23.5.14

#184 - Estou só à espera de voltar

Esta semana tenho 3 testes e uma ida e volta ao Rock In Rio (que, por mim, era só ida). E o mais complicado está para vir na outra semana. Estou só à espera de tempo (Tempo? O que é isso? Come-se?)

21.5.14

#183- Eu ei de voltar

Existe algo que me prende aqui. Criei demasiado para poder abandonar, assim, de um momento para o outro. Sou alguém que se acomodou tanto a estes lados, que já não é capaz de sair. Alguém que já não olha para a blogosfera como um locar fútil ou julgativo. Mas que olha para ela como uma criança para a Toys'R'Us. Este blogue é como um filho que criei e que apertei tão bem contra o peito que já não o consigo largar. Há algo que me prende aqui: o cheiro que as imagens de flores me dão, as noites em vão, a criatividade e imaginação são coisas que não deixo para trás. As tardes de chá vermelho e pijama no inverno, as noites quentes de verão de janela aberta ou até mesmo no quintal - anseio por isso tudo e mais, mais uma vez.

Eu ei de voltar. E vai ser em breve

5.5.14

#182

Tenho saudades. E só o facto de vos ter vindo visitar e ver como as coisas andavam, trouxe ao de cima tempos tão bons, tão cheios de vida, que me pôs a chorar.

Tenho saudades disto

7.4.14

#181 - Death Note and GoodBye

Ando desaparecida e para vir aqui já à alguns tempos, mas pensei melhor e acabei por tomar uma decisão. Agora, com o Death Note, sinto que o blog já não me pertence. Entendam que foi aqui que conheci a minha irmã, e não podia pedir melhor que ela. Foi aqui que desabafei e foi com vocês que tomei super decisões da minha vida. Passei aqui um ano e tal, quase dois, mas sinto que já não preciso de vir aqui. O blog vem-me à cabeça várias vezes ao dia, mas quando penso em vir escrever, sinto um vazio. Sinto que já não vale a pena. É como se fosse esta ótima recordação que se quer manter para sempre no coração, mas que só se quer ter uma vez na vida (como eu e o A., não quero fazer o que faço com ele com mais ninguém). E o mesmo se aplica aqui. O que escrevi aqui, o que disse, o que expus aqui, vai ficar aqui, eternamente guardado até a minha princesa (entendam que não estou grávida nem ei de estar tão cedo!) me perguntar se alguma vez tive um blog. E eu, com os meus quase trinta anos, vou-lhe dizer que sim, e mostrar-lhe como foi um bocado da minha adolescência. Acreditem, isto aqui é o que mais quero mas não posso vir aqui sem vontade. Quando a vida corre bem ou mal é um óptimo refugio, mas não consigo mais. Entendam que vos amo, e que guardarei todas as palavras no fundo do meu coração, eternamente.

Obrigada por tudo o que sempre me deram, por todo o apoio, por todo o carinho e por todo o amor e dedicação

Beijos para sempre guardados,
Rosemary D.